Bravura, delicadeza. Brutalidade, covardia. Do espírito dos bravos, Devemos esperar a delicadeza.Ao espírito dos bravos, A alma sopra a maisDelicada das brisas. Mundo, que podes encontrarNos brutos, se não A mais pura covardia? Mundo, que buscas Nesses espíritos cruéis?Não! Não pertenço a ele. Não ao mundo covardemente bruto; Respiro do ar da bravura, Esta mesma que me torna, Na delicadeza, O mais bravo dos homens. Sim, me pertence e construo em mim, O reino da delicada bravura Das almas livres e libertas, Daquele reino improvável. A delicadeza da bravura me move, Faz de minha única posse, O meu lenço branco, A mais poderosa das armas. Minha bandeira é branca, Mas não é de rendição, É a bandeira dos bravos, Dos delicadamente bravos. Da delicada bravura, Nos vêm a alma que sopra o não, Aquele não que desconstrói A covardia dos brutos. O espírito nos move, A alma nos alimenta, A bravura nos ergue E a delicadeza nos faz "homens".
Mark B. Röttenberg – 2007"A DELICADEZA DA BRAVURA E SEUS EXEMPLOS: Mahatma Gandhi, Sir Charles Chaplin, São Francisco de Assis e Clara de Assis, Martin Luther King, Albert Einstein, Chico Xavier e outros, muitos outros"